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Na Guiné-Bissau os diálogos sobre a ONU, uma iniciativa lançada pelo Secretário-geral em janeiro deste ano no âmbito do 75º aniversário da Organização, começam no dia 2 de julho às 10 horas, através da internet e a partir do auditório da Universidade Lusófona.

Um memorial improvisado para George Floyd, que foi morto após ser detido pela polícia, montado em Harlem, Nova York.

Um grupo de mais de vinte líderes seniores da ONU, que se reportam diretamente ao secretário-geral António Guterres e são africanos ou de ascendência africana, deram os seus nomes a uma declaração pessoal e contundente publicada na sexta-feira passada, expressando a sua indignação ao racismo generalizado e sistêmico, destacando a necessidade de se 'ir além e fazer mais' do que apenas condenar.

No dia 10 de junho, a Representante Especial do Secretário-Geral na Guiné-Bissau, Rosine Sori-Coulibaly, reuniu-se on-line com um grupo de 22 organizações da sociedade civil (OSCs) representantes das mais importantes redes da sociedade civil, incluindo mulheres e jovens.

Centenas de pessoas reúnem-se todos os dias no mercado movimentado de Bissau, tornando praticamente impossível o distanciamento social, uma importante medida de prevenção contra a COVID-19. Para resolver esse problema, as autoridades decidiram estabelecer um novo espaço na "Área Verde", Bairra da Ajuda na capital.

Para assinalar o Dia da Liberdade de Imprensa, o Sindicato de Jornalistas e Técnicos da Comunicação social da Guiné-Bissau (SINJOTECS) lembrou que os jornalistas estão na linha da frente do combate à pandemia e pediu ao Estado que considere a criação de um mecanismo de apoio ao sector dos media a ser inscrito no orçamento de Estado.

Ontem, dia 24 de Abril, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, através de um comunicado emitido pelo seu Porta-voz, “tomou nota” da decisão da Autoridade de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), do dia 22 de abril, reconhecendo Úmaro Sissoco Embaló como vencedor das eleições presidenciais de dezembro de 2019 na Guiné-Bissau.

O impacto socioeconómico da pandemia do novo coronavírus já se faz sentir no mundo inteiro, incluindo a Guiné-Bissau, devido às medidas de prevenção adotadas pelos governos e às proprias limitações da produção dos países causadas pela doença.

No contexto do apoio à resposta do país ao COVID-19, que inclui uma série de atividades desde o fortalecimento do sistema de saúde do país até a comunicação, a ONU na Guiné-Bissau utilizou recursos do Fundo de Construção da Paz para apoiar o desenvolvimento de um site de verificação que ajuda os cidadãos da Guiné-Bissau a serem informados com informações credíveis.

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