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É com grande satisfação pessoal e profissional que nós, as Nações Unidas na Guiné-Bissau, testemunhamos a aprovação pela Assembleia Nacional da Lei de Paridade, legislação que permitirá às mulheres da Guiné-Bissau obter uma representação mais justa na política.

O Parlamento da Guiné-Bissau aprovou no dia 2 de agosto, por unanimidade, uma Lei que pretende garantir a quota mínima de 36 por cento de representação das mulheres a ser respeitada em eleições ou nomeações para a Assembleia Nacional Popular e nos Governos Locais, no sentido de alcaçar a paridade entre homens e mulheres.

A Guiné-Bissau, tendo feito avanços cruciais para superar o seu impasse político de longa data, deve realizar eleições livres, justas e inclusivas, como previsto em novembro, ou correr o risco de fracionar o frágil progresso, enfatizaram hoje altos funcionários do Conselho de Segurança.

Hoje cerca das 15 horas, hora de Bissau*, o Representante Especial do Secretário-Geral da ONU e chefe do Gabinete Integrado de Consolidação da Paz da ONU na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), José Viegas Filho, apresentará o relatório do Secretário-geral sobre a situação no país perante o Conselho de Segurança da ONU.

O parlamento da Guiné-Bissau aprovou hoje por unanimidade uma Lei para garantir uma quota mínima de 36% de representação das mulheres a ser respeitada em eleições ou nomeações para a Assembleia Nacional Popular e Governos Locais tendendo a alcançar a paridade.

De 24 a 27 de julho de 2018, o Conselheiro Militar do UNIOGBIS em parceria com o Estado-Maior General Forças Armadas Guineenses conduziu um seminário sobre Comunicação Social para cerca de 60 militares. O evento aconteceu no Clube das Forças Armadas e teve como objetivos partilhar boas práticas de relacionamento com a sociedade e os média e melhorar a divulgação das atividades das Forças Armadas.

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