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No dia 24 de maio, o grupo de cinco parceiros internacionais da Guiné-Bissau - a União Africana, a CPLP, a CEDEAO, a União Européia e as Nações Unidas - divulgou um comunicado expressando preocupação com o novo impasse político e apelam à “urgente” nomeação de um novo primeiro ministro e governo respeitando a “vontade soberana do povo da Guiné-Bissau” expressa nas eleições legislativas de 10 de Março.

No comunicado final da sua 34ª reunião anual, que este ano teve lugar em Bissau, os Chefes de Missão de paz da ONU na Africa Ocidental instaram todos os partidos políticos representados na Assembleia Nacional Popular (ANP) da Guiné-Bissau “a trabalharem juntos de maneira construtiva para permitir que aquele órgão legislativo a centrar-se nas prioridades pós-eleitorais.

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) venceu as eleições legislativas de 10 de março, com 47 dos 102 mandatos no Parlamento, revelou hoje a Comissão Nacional das Eleições, numa conferência de imprensa liderada pelo seu presidente José Pedro Sambú.

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